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Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte III – A PREPARAÇÃO INTRODUÇÃO pt 11 a 4ta fase do CACD e recursos

QUARTA FASE
Em 2011, as duas provas da quarta fase foram aplicadas simultaneamente: questões de 1 a 10 de Espanhol (com dois textos para interpretação) e questões de 11 a 20 de Francês (também com dois textos para interpretação, o que difere da tendência de apenas um texto dos concursos anteriores). Para cada matéria, são cinco questões sobre cada texto, cada questão com valor máximo de 5 pontos. Não há previsão em edital com relação à divisão das pontuações dessas provas, mas, no concurso de 2011, a pontuação foi assim dividida:
- Espanhol: foram quatro critérios de correção com valor de 1,25 pontos cada: CG (Correção Gramatical), CT (Compreensão Textual), OI (Organização de Ideias) e CL (Qualidade da Linguagem).
- Francês: foram três critérios de correção: R (Resposta – adequação do conteúdo da resposta à pergunta, no caso de pergunta interpretativa, ou pertinência da argumentação apresentada nas questões de opinião), G (Gramática – ortografia, verbos, concordância, regência, acento etc.) e S (Estilo – qualidade da redação e da estrutura das frases da resposta do candidato). R vale, em geral, 2 pontos (nas questões interpretativas) e 1 ponto (nas questões de opinião). G vale, sempre, 2 pontos (penalização: -0,25 pontos para erro grave, -0,1 pontos para acento errado ou faltando e -0,5 pontos para palavra inventada). S vale, em geral, 1 ponto (nas questões interpretativas) e 2 pontos (nas questões de opinião). Na prova de 2011, a terceira e a oitava perguntas não tiveram nota S, apenas R (3 pontos) e G (2 pontos), sem motivo explícito para isso.
Muitos preferem escrever apenas as três linhas (que são o mínimo exigido), para evitar o risco de errar. Acho que os pontos que você pode perder por erros em uma linha não compensam os que você pode deixar de ganhar em uma resposta mais completa. No mais, acho que a única recomendação (bem óbvia) é evitar, ao máximo, repetir as palavras do texto. Paráfrase é, sempre, a melhor opção (às vezes, o próprio texto apresenta, em outras partes, sinônimos para uma palavra ou expressão). Cópias do texto podem ser penalizadas.
INTERPOSIÇÃO DE RECURSOS
Assim que é liberado o gabarito provisório da primeira fase, os candidatos têm cerca de 48h para a interposição de recursos ao gabarito. Os recursos devem ser apresentados de maneira sucinta e objetiva, em até mil caracteres para cada recurso, sem possibilidade de uso de aspas para citações (informações de 2011). Não tenho outra recomendação específica sobre esses recursos, apenas uma informação acerca de uma dúvida comum: os recursos da prova de Inglês (assim como os recursos à correção das provas de Inglês da terceira fase e de Espanhol e de Francês da quarta fase) devem ser escritos em Português.
A correção da segunda fase é dividida, como visto acima, em Gramática e Texto. Como eu havia sido aprovado com boa nota na segunda fase, os professores de Redação aconselharam-me a nem entrar com recurso à nota de texto, ainda que certa nota da parte de texto da redação estivesse, segundo a professora do cursinho, um pouco incoerente em face das notas nos demais quesitos. De todo modo, acabei arrependendo-me um pouco de não haver pleiteado recurso quando vi que um conhecido que também havia ficado muito bem colocado conseguiu mais de um ponto de texto. Faça o que eu digo, não o que faço, e entre com recurso contra tudo o que você achar possível (isso vale para todas as fases do concurso, na verdade). No concurso de 2011, a maior concessão de pontos por recurso à correção da prova de Redação foi de quase cinco pontos, a maior que já vi, o que pode fazer enorme diferença na pontuação final para a aprovação (muitos candidatos não passam por poucos pontos ou décimos). De maneira geral, acho que a média dos candidatos que conseguem alguma coisa é de cerca de 1 a 2 pontos adicionais. Dado o princípio jurídico da proibição da “reformatio in pejus”, o examinador n~o poder| reduzir sua nota, se você entrar com recurso; poderá apenas mantê-la ou aumentá-la.
O grande problema para a interposição de recursos na terceira fase é que, à exceção da prova de Inglês, não há nenhuma marcação ou comentário em seu espelho de provas, apenas a nota. Assim, para fazer o recurso, você deve argumentar que a nota obtida não está consistente com a argumentação apresentada, não vejo outro jeito. Acho que, se eles dificultaram nossa vida com isso, temos o direito e o dever de dificultar a vida deles também, solicitando revisão da correção de praticamente todas as questões da terceira fase, de todas as matérias. É óbvio que muitos recursos lhe serão negados, mas só consegue quem tenta. Como você não perde nada por tentar, recomendo que tente tudo o que puder. Fiz recurso para quase todas as questões em que tirei menos de 80% (nas demais, acho que seria pouco provável que me dessem mesmo, então nem tentei). No fim das contas, de 15 recursos, acataram 3, e ganhei 7 pontos a mais (mas um ponto não foi computado por erro do Cespe; como não me fez falta, não tomei maiores providências a respeito). Na terceira fase de 2011, cerca de metade dos candidatos conseguiu aumentar sua pontuação com os recursos. Mais da metade dos que tiveram algum sucesso no pleito ganhou 3 ou menos pontos, e a média de concessão foi de 3,8 pontos. O candidato que ganhou mais aumentou em 13,5 pontos sua nota. Com isso, pode-se ter uma ideia aproximada do que pode mudar com os recursos.
A seguir, algumas indicações e recomendações para os recursos na terceira fase.
Além de não haver nenhuma marcação ou comentário nas provas (exceto na de Inglês), o espaço disponível para recurso é de apenas mil caracteres por questão. O recurso deve, portanto, ser escrito de maneira objetiva e clara. Não adianta nada usar expressões prolixas e vocabulário rebuscado, seja simples e direto. Acho que n~o é um tom muito agrad|vel dizer algo como “a resposta apresentada cobre, integralmente, todos os pontos abordados pela quest~o” ou coisa parecida. Não tenho experiência com isso, afinal não sou professor e só precisei fazer esses recursos uma vez na vida, mas acho que, se o examinador tirou alguns pontos de sua resposta, é muito pouco provável que ele vá te dar todos os pontos de volta (exceto em questões mais pontuais, como erros de Inglês que são corrigidos ou eventuais contas de Economia corrigidas de maneira errada). Uma vez que você aceita o fato de que é quase impossível que o examinador te restitua todos os pontos que descontou de você, fica mais f|cil n~o ser t~o “agressivo”. Acho que um tom bom pode ser algo do tipo: “o candidato reconhece que n~o abordou, integralmente, todos os pontos suscitados pela questão, mas solicita revis~o, por acreditar que a apenaç~o foi excessiva”. Depois disso, é necessário argumentar o motivo pelo qual sua resposta mereceria mais pontos.
Como já disse acima, você tem até mil caracteres para o recurso de cada questão. Nas questões de Inglês, por exemplo, tome cuidado, pois, se você quiser contestar a correção de vários erros de uma mesma questão (da redação, por exemplo), deverá fazê-lo tudo junto, nos mil caracteres. Economizar palavras é, portanto, essencial.
A argumentação deve levantar os principais aspectos tratados em sua resposta que dão conta da proposição sugerida pelo enunciado. Se você não cumpriu parte do que o enunciado pedia, errou conceitos, fatos e dados ou não abordou integralmente algum aspecto, acho desnecessário dizer que não é recomendável citar isso na resposta. Cite apenas os aspectos positivos, aquilo que você apresentou e que responde, satisfatoriamente, ao tópico central da questão. Se o examinador quiser ter o trabalho de ler sua questão de novo, para identificar o que ficou faltando, o trabalho será dele, mas não dê munições para que ele possa, sumariamente, recusar seu recurso.
A argumentaç~o deve ser, preferencialmente, do tipo: “foram abordados os seguintes pontos da resposta: xxxx (linhas 3-5), yyyy (linhas 8-10) e zzzz (linhas 15-25). Além disso, o candidato ainda apresentou discussão acerca da temática kkkk (linhas 30-37), relacionando-a aos pontos anteriormente descritos (linhas 40-50)”. É óbvio que essa n~o é uma fórmula m|gica, deve ser adaptada a cada circunstância particular, mas acho importante demonstrar quais são seus argumentos fortes e onde eles estão no texto, para o caso de o examinador querer ler sua resposta novamente. Para ganhar espaço, ao invés de escrever “(linhas 3-5)”, prefira “(l. 3-5)”. Só parafrasear a resposta também não é suficiente. É necessário tentar, na medida do possível, argumentar um pouco sobre os motivos pelos quais aquela resposta deveria ter maior pontuação. A seguir, transcrevo o recurso de minha questão de Geografia que teve a nota majorada em cinco pontos. A questão tratava da navegação de cabotagem no Brasil, e, em minha resposta, fiz algumas referências a hidrovias. Segundo o professor do cursinho de terceira fase, muita gente foi penalizada (até mesmo com a nota zero), por tratar apenas de hidrovias. Como, em meu caso, eu havia tratado não só das hidrovias, mas também da navegação de cabotagem propriamente dita, procurei ressaltar, no recurso, que a menção às hidrovias não está fora de contexto:
Estou ciente de que nem todos os aspectos importantes do tema foram discutidos na resposta, mas, como há diversos elementos de conteúdo relativos à temática, como indicado a seguir, solicito revisão da pontuação atribuída. As hidrovias podem ser consideradas cabotagem quando conectadas a portos marítimos, o que valida a análise apresentada. Entre os aspectos favoráveis à cabotagem no Brasil, destacam-se tópicos como a eficiência energética, menores preços (linhas 38-44) e a alternativa do transporte aquaviário em face das rugosidades dos meios rodoviários, historicamente priorizados no país (linhas 20-29). Por outro lado, como desafios, há a histórica opção rodoviária (linhas 20-29 e 45-47) e a escassez de investimentos de grande porte na infraestrutura portuária (47-49). Nos últimos anos, investimentos no setor têm contribuído para parcial superação de tais dificuldades, ainda que diversos obstáculos ainda persistam à plena expansão do modal aquaviário no país (49-54).
A banca terá de ler dezenas e dezenas de recursos, o que faz necessário tornar o trabalho do examinador mais fácil e menos desagradável. Não se esqueça, portanto, de indicar as linhas em que as respostas indicadas por você podem ser encontradas (não adianta tentar inferir algo e dizer que “est| implícito” também; lembre-se de que a banca pode recusar seu recurso sumariamente, sem explicações muito convincentes, então evite motivos para irritar o examinador). Além disso, não acho aconselhável indicar quantos pontos você acha que devem ser majorados ou quantos pontos você precisa para a aprovação, para tentar convencer a banca emocionalmente. Se tem uma coisa que a banca não tem é coração, e esse tipo de informação pode implicar recusa imediata do recurso, com o argumento de que houve identificação do candidato.
Ao fim da resposta, caso ainda haja espaço, você pode indicar algo do tipo: “Por acreditar, portanto, que os pontos acima apresentados foram corretamente discutidos na resposta, solicito, respeitosamente, majoraç~o da nota” ou algo do tipo. Além disso, se você houver tirado menos da metade da pontuação da questão, pode, ainda, alegar que solicita a alteração para maior da pontuação, já que as principais temáticas suscitadas pela questão foram apresentadas, o que não justificaria o fato de a nota atribuída ser menor do que a metade da pontuação máxima da questão. Obviamente, mais uma vez, seja, sempre, cordial.
Quanto ao fato de o recurso ser feito em primeira ou em terceira pessoa, não há diferença, use o que achar melhor (pode, também, alternar). Com relação a alternar o tipo de recurso, vale, também, lembrar que não é recomendável usar a mesma introdução em todos os recursos de uma mesma matéria. Às vezes, o mesmo corretor faz a correção de mais de uma questão de uma disciplina, razão pela qual dois recursos com início idêntico, por exemplo, podem irritar o examinador e implicar recusa dos recursos. Não acho que seja obrigatório citar bibliografia no recurso, a menos que seja para pontos mais específicos. Fazer muitas referências bibliográficas pode parecer que você está tentando ensinar o examinador, o que pode não soar muito bem (embora isso pareça, muitas vezes, bastante necessário).
Os recursos são interpostos por meio de uma plataforma online disponibilizada na página do concurso, no site do Cespe. Você não precisa fazer os recursos todos de uma vez. Pode fazer um, salvá-lo e voltar depois, que os recursos já feitos estarão disponíveis (você poderá, inclusive, editá- los posteriormente, dentro do prazo de elaboração de recursos). Com a divulgação do resultado final da terceira fase, o Cespe também libera as respostas dos examinadores aos recursos pleiteados. Leia todas com atenção para o seguinte: confira, de acordo com as questões em que o examinador disse que iria deferir seu pedido, se sua nota naquela matéria foi, de fato, majorada. Nas respostas a meus recursos de Inglês, os examinadores indicaram que iriam me restituir 2 pontos, mas reparei que minha nota total na prova havia subido apenas 1. Entrei em contato com o Cespe, e fui instruído a solicitar recontagem de pontos pelo SAC, via email (apenas enviei o email solicitando a recontagem, constando, em anexo, cópia do CPF e da identidade). Depois de três dias, responderam que não havia nenhum problema de contagem de pontos, e tornei a entrar em contato, reclamando da contagem errada. No fim das contas, o ponto que me faltou não fez diferença para o resultado final, mas fiquem cientes de que, se isso acontecer com vocês, é recomendável entrar com recurso judicial.
Para a quarta fase, é mais tranquilo fazer os recursos, pois há, teoricamente, indicação clara dos erros e das notas parciais em cada quesito. Caso haja alguma discordância, você pode recorrer facilmente. O problema, na prova de 2011, é que as marcações da maioria das questões de Espanhol estavam ilegíveis. Por isso, não havia como fazer recursos pontuais. O recomendado foi que fizéssemos recursos mais gerais, solicitando revisão das correções atribuídas e recontagem dos pontos. Apesar disso, salvo engano, acho que não houve nenhuma modificação nas pontuações dos candidatos aprovados (os mesmos 26 primeiros colocados após o resultado provisório da quarta fase continuaram em suas posições e foram aprovados).
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Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte III – A PREPARAÇÃO INTRODUÇÃO pt 4

Há três tipos de candidatos no CACD: os que sabem muito, os que sabem um pouco e os preguiçosos. Os aprovados vêm, sempre, de um dos dois grupos iniciais (ainda que muita gente desses dois grupos fique de fora, por motivos óbvios de limite de vagas). Os preguiçosos não passam pelo simples motivo de que mesmo uma metodologia de estudos mais objetiva e pragmática, como a que eu indicarei a seguir, n~o tem o objetivo de “levar com a barriga”. Mesmo se você fizer cursinho de todas as matérias e ler todos os textos e livros recomendados, há grande possibilidade de não passar por outra razão também muito simples: o que mais importa é o estudo individual. Sozinho, o cursinho não aprova ninguém. Não ache que só fazer o cursinho adiantará muita coisa. Veja como os cursinhos são lotados e quantos candidatos passam por ali, todos os anos. De todos esses, apenas uma parcela pequena é aprovada, e, sem dúvida, você não encontrará preguiçosos nessa parcela. “Ah, mas eu conheço Fulano que passou, sem estudar muito”. Tudo bem, mas não estudar muito não é sinônimo de ser preguiçoso. Preguiçoso é quem acha que fazer o mínimo já está de bom tamanho, e não está.
Para ser aprovado, saber é importante, mas mostrar que sabe é fundamental. Eu disse que passam dois tipos de candidatos, os que sabem muito e os que sabem um pouco, porque só saber algo também não significa nada. Uma pessoa que soubesse todas as matérias do concurso de cor poderia não ser aprovada, e um sujeito que estudou um pouco de cada coisa pode passar. Para a primeira fase, não há muito segredo. O estilo do Cespe é cruel, e sei que muita gente boa fica de fora, mas são as regras do jogo. Infelizmente, não há melhor estratégia que estudar bastante e resolver provas anteriores. Nas provas discursivas do CACD, o que faz a diferença é sua capacidade de demonstrar conhecimento (mesmo que você não o tenha). Em algumas questões da terceira fase, por exemplo, você para e pensa: “o que é isso? Por onde vou começar? Nunca ouvi falar disso”. É nessas horas que a diferença entre o que você sabe e o que você consegue transmitir importa muito. A forma de apresentação das respostas, a sequência lógica de ideias, sua argumentação, tudo isso pode ser mais importante que o conteúdo que você está transmitindo. Muitos podem achar que isso significa que você tem de “escrever difícil”, o que n~o tem nada a ver. Um texto bom e claro n~o tem de ser difícil de ler e cheio de expressões “eruditas”, pelo contrário. O que, realmente, faz a diferença e garante a aprovação, de acordo com meu ponto de vista, é sua capacidade de demonstrar conhecimento, mesmo que você não o tenha, de maneira clara e sintética. Para isso, há estratégias distintas em cada uma das fases do concurso, o que será detalhado a seguir.
Depois de ser aprovado na primeira fase, você tem muito pouco tempo de estudo até a segunda, o que faz essencial começar a preparação para a prova de Redação o quanto antes possível (assim que você conferir o gabarito provisório e perceber que está próximo à média estimada para aprovação, normalmente acima de 60%, comece sua preparação). Não invente de ler todos os livros clássicos da literatura brasileira nesse período curto de preparação. Seja pragmático: a essa altura do campeonato, acho que apenas apostilas ou livros de ensino médio de Literatura e o Introdução ao Brasil: um Banquete nos Trópicos (Lourenço Dantas Mota) podem valer a pena. Não li nenhum livro da bibliografia antiga (Darcy Ribeiro, Gilberto Freyre, Sérgio Buarque de Holanda e companhia), só estudei pelos livros indicados acima. Mais detalhes serão dados na Parte IV. Na segunda fase, uma das coisas mais importantes é não errar gramática. Atenção aos três erros mais comuns dos alunos no cursinho preparatório para a segunda fase: regência (incluindo uso do acento grave), colocação pronominal e pontuação (especialmente a vírgula). Para isso, faça todos os exercícios propostos no cursinho preparatório (por mais chatas que sejam as propostas), veja o máximo de espelhos antigos que conseguir (não consegui quase nenhum, apenas alguns muito antigos, que não serviram para muita coisa; de preferência, veja espelhos com vários erros, para você aprender o que não deve repetir).
Aproveitando o assunto “espelhos de prova”, minha opini~o é que s~o muito úteis para as provas de idiomas: Redação/Português, Inglês, Espanhol e Francês. Para as demais provas, acho bastante inúteis. Em primeiro lugar, nas provas discursivas de Política Internacional, de História do Brasil, de Geografia, de Direito e de Economia, não há nenhuma marcação feita pela banca corretora. Assim você não sabe o que está certo e o que não está, o que foi valorizado pela banca e o que foi apenado, nada disso. Para essas matérias, muito mais úteis que os espelhos de prova são as respostas selecionadas nos Guias de Estudos publicados anualmente pelo IRBr (todos os Guias de Estudos, desde o de 1996, est~o disponíveis na p|gina do “REL UnB” (http://relunb.wordpress.com). As respostas selecionadas são aquelas que corresponderam ao que a banca julgou ser a melhor resposta fornecida à questão por um dos candidatos aprovados. Assim, você saberá o estilo de escrita, a organização e os argumentos preferidos da banca corretora. Minha recomendação quanto aos Guias de Estudos é: leia, estude e faça um fichamento de todos os guias mais recentes (antes de 2003 não é tão importante, mas pode valer a pena passar o olho nas questões, pelo menos). Esse fichamento será muito útil nos estudos de revisão para a terceira fase. Para a prova de Redação, é evidente que não é necessário fichar as respostas, mas ter uma noção dos conteúdos cobrados pode ser importante. Na segunda fase de 2011, havia uma questão sobre preconceito racial. Como eu me lembrava de haver visto, na prova de segunda fase de 2010, uma quest~o sobre o “equilíbrio de antagonismos” em Gilberto Freyre, adicionei essa referência em meu texto, o que parece ter agradado a banca, já que foi minha melhor nota de texto (fiquei com 18,07/20 nesse exercício – 10/10 em Gramática e 8,07/10 em Texto). O espelho de minha prova de Redação está disponível no “REL UnB”, indicado anteriormente.
Depois que você fizer a segunda fase, terá muito tempo até o resultado provisório, e é fundamental não esperar o resultado final da segunda. Comece a estudar para a terceira fase no dia seguinte à prova de Redação, como se já houvesse passado. É claro que muitos ficam ansiosos com a expectativa do resultado da segunda fase, mas não há mais nada que você possa fazer para essa etapa. As provas já estão nas mãos da banca, o que você precisa e deve fazer é procurar voltar toda a atenção para os estudos das matérias da terceira fase (e da quarta também, obviamente). Deixar para estudar só depois do resultado da segunda fase é enorme perda de tempo. Mesmo que você não seja aprovado, já adiantará os estudos para o concurso seguinte. Conhecimento nunca é perdido.
Passada a segunda fase, acelere o ritmo ainda mais. É muito cansativo e desgastante, mas, depois que a terceira fase começa, o tempo voa. Dividi meus estudos para a terceira fase em dois períodos: até uma semana antes do primeiro fim de semana de provas, continuei sistematizando meus fichamentos, buscando dados mais atuais de Geografia e de Política Internacional, fazendo os últimos fichamentos dos Guias de Estudos antigos etc.; na segunda-feira da semana da primeira prova, comecei a revisão das matérias daquela semana. A seguir, vou dar mais detalhes de minha preparação ao longo das semanas de terceira fase, mas, antes de tudo, deixo claro que a ordem das provas pode mudar de um ano para outro (o que acontece frequentemente).
Nosso primeiro fim de semana de provas era História do Brasil no sábado e Inglês no domingo. De segunda a sexta-feira, estudei apenas História do Brasil dia, tarde e noite. No sábado, após a prova de História do Brasil (todas as provas da terceira fase foram das 9h às 13h), almocei e estudei um pouco de Inglês (apenas revisei alguns exercícios que havia feito no curso preparatório para a terceira fase e gravei algumas palavras e expressões úteis para a redação). Inglês é um conhecimento de mais longo prazo, não senti necessidade de estudar durante a semana. Foquei só em História do Brasil mesmo.
O segundo fim de semana de provas foi de Geografia e de Política Internacional. Como Geografia é bem menos conteúdo, comecei a semana alternando as matérias, com Geografia na parte da manhã e Política Internacional à tarde e à noite. Na terça-feira, percebi que isso não ia dar certo, pois era muita coisa de Política Internacional, então deixei quarta e quinta-feira só para PI, e a sexta-feira foi só de Geografia. No sábado, naturalmente, estudei PI à tarde e à noite.
O terceiro fim de semana de provas foi de Direito e de Economia, somados às duas provas da quarta fase. Como tenho facilidade com Economia, estudei só Direito de segunda a sexta-feira. No sábado, após a prova de Direito, estudei apenas a parte de Economia Brasileira. Espanhol e Francês eu revisei apenas algumas poucas notas do caderno no domingo mesmo, entre a prova de Economia e as provas de línguas.
Nas semanas de revisão, acho que foi fundamental, em primeiro lugar, esquecer a possibilidade de ler qualquer livro novo ou coisa parecida. Eu já estava com todos os fichamentos de livros e de artigos que queria fazer prontos e passei a semana inteira lendo-os exaustivamente, grifando, decorando, revisando os fichamentos dos Guias de Estudos etc. Li artigos novos na semana da prova, sim, porque eu sabia que eram indispensáveis (e todos os que li o foram; li apenas para História do Brasil e Direito, e eles estão indicados na Parte IV), mas ler livros inteiros ou artigos que você acha que podem ser úteis pode ser enorme prejuízo.
Imprimi todos os fichamentos de livros e de artigos que eu tinha e fiz uma apostila enorme que eu carregava para todo lado. Nos dias das provas, lá estava eu com a apostila de fichamentos, lendo até o último segundo antes do início da prova.
Na realização das provas de terceira fase, acho que, em meu caso, duas coisas foram importantes para um resultado positivo: fazer letra pequena e escrever até a última linha, em todas as questões. Ainda que você não dê conta de tudo o que a questão exigia, é mais provável ter alguma coisa ali que salve. Todo mundo está cansado de saber que prova discursiva não mede, necessariamente, quem sabe mais, mas quem, além de saber alguma coisa, faz prova melhor (ou seja, quem sabe demonstrar conhecimento, ainda que não o tenha). Para isso, não há segredo. Vou insistir mais uma vez quanto à letra. Faça letra pequena na terceira fase11! Não precisa ser aquela coisa mínima que ninguém consegue ler, é óbvio, mas não faça letra grande (minha média é de 10-13 palavras por linha, acho que é um tanto razoável; menos de 10 pode ser preocupante). Você pode falar bastante coisa que não tem muito a ver com a pergunta, mas, pelo menos, o corretor verá que há muita informação ali. Lembre-se de que a forma é algo muito importante na terceira fase, tão ou mais importante que o conteúdo. Por isso, não adianta muito só responder a pergunta diretamente. Exemplificar, fazer correlações, mostrar conhecimento é, sem dúvida, muito importante.
Se você ficar nervoso na hora da prova, não sei no que posso ajudar nesse sentido, pois sou bem calmo, não sei o que é ficar nervoso antes de prova, faço-as na mesma tranquilidade que as faria se fossem em minha casa. De todo modo, acho que, se o nervosismo bater, o melhor pode ser pedir para beber água ou para ir ao banheiro, respirar fundo e essas coisas todas que eu não sei se funcionam de verdade, mas tome cuidado com o tempo. Muitos candidatos têm de fazer conclusões apressadas, pois o tempo pode ser escasso. Ao contrário do que muitos falaram, entretanto, tive tempo de sobra em todas as provas da terceira fase, mas reconheço que alguns gastam mais tempo, então cuidado com o relógio.
📷Uma coisa para a qual o cursinho preparatório para a terceira fase foi muito útil foi, especialmente, nas matérias de Política Internacional e de Direito. Os professores Paulo Afonso e Tanguy (PI), do Rio de Janeiro, e Ricardo Victalino (Direito), de São Paulo, deram dicas e palestras fantásticas, aproveitei muito do que me falaram, para responder as questões da terceira fase, ainda que indiretamente. Em Política Internacional, conceitos básicos sobre a política externa brasileira atual e as relações do Brasil com a Argentina e com a China, por exemplo, foram fundamentais em três das quatro questões da terceira fase. Em Direito, algumas considerações a respeito das teorias do Estado Constitucional Cooperativo, de Peter Häberle, e do Constitucionalismo Global, de J. J. Gomes Canotilho, foram muito úteis em duas questões da terceira fase (no “REL UnB”, h| alguns artigos sobre essas teorias). Além disso, o Ricardo também sugeriu um artigo excelente, que me foi muito útil para outra questão da terceira fase, que envolvia o Órgão de Apelação da OMC (artigo: Efetividade do Orgao de Soluçao de Controversias da OMC: uma analise sobre seus doze primeiros anos de existencia e das propostas para seu aperfeiçoamento "de Marcelo Dias Varella – foi esse o artigo que, como mencionei anteriormente, li na semana da prova; eu tinha certeza de que seria importante, logo não foi perda de tempo). Nas demais matérias, muita coisa foi útil também (o professor de Economia Daniel Sousa, do Rio de Janeiro, chegou a “acertar” duas questões da prova; o professor de História do Brasil, João Daniel, também havia dado aula sobre todo o conteúdo da primeira questão da prova da terceira fase, além de algumas considerações sobre parte da segunda questão; o professor de Geografia, Thiago, também “acertou” uma questão que resolvi só com base na aula dele e ganhei pontuação integral nela)12.
11 Na terceira fase, só não é necessário na prova de Inglês.
12 Os professores do Rio de Janeiro e de São Paulo a que me referi nesse parágrafo deram aulas e palestras (presenciais ou telepresenciais) no cursinho em Brasília.
Apesar de todos esses aspectos positivos, acho que é fundamental dizer, e os próprios professores dizem isso nas aulas, que cursinho para a terceira fase não é santo milagreiro. Isso significa dizer que, ainda que acertem alguns conteúdos que serão cobrados nas provas, alguma coisa acabará passando, o que implica o fato de que a maior parcela de responsabilidade com relação aos estudos para a terceira fase está com os próprios candidatos. Além disso, mesmo quando acertam o conteúdo das questões, isso pode não significar muita coisa, já que é necessário, também, que os candidatos saibam expressar o que aprenderam de maneira clara e objetiva, nos moldes apreciados pela banca. Algum tempo antes do concurso, eu tinha a ilusão de que o cursinho de terceira fase seria o remédio para todos os males, mas sinto desapontar aqueles que também achavam isso. É importante? Sem sombra de dúvida, sem o cursinho para a terceira fase, meu rendimento teria sido bem abaixo do que foi, talvez nem fosse aprovado. De todo modo, só cursinho não aprova ninguém. A maior parte da responsabilidade pelos estudos está, em qualquer fase do concurso, com você. É exatamente por isso que julgo primordial saber estudar (o que implica saber como e o quê estudar).
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# SARS-CoV-2 pode ser uma quimera de dois coronavírus:um que provém do morcego e outro que provém do pinguim malaio (LEIA ISSO, ÁTILA)

Errata: no título, onde está escrito "pinguim" leia "pangolim". Infelizmente não percebi o erro resultante do corretor ortográfico do smartphone.
Semana passada li um artigo da Nature Medicine que falava que o novo vírus e sua doença são resultado de seleção natural e que dificilmente foi sintetizado em laboratório. O estudo aborda também as características genéticas do vírus, dizendo que o SARS-CoV-2 é muito parecido com o coronavírus do morcego, mas que a proteína S nas espículas do envelope (que faz com o vírus se acople à enzima ACE2 para entrar na célula) são 99% compatíveis com a do coronavírus dos pangolins malaios e muito menos compatível com o vírus dos morcegos - o que eventualmente impossibilitaria a entrada do vírus em nossas células.
Porém, novo estudo está em processo de revisão de pares (peer-review) e aborda que há grande possibilidade do SARS-CoV-2 ser uma quimera dos dois vírus - do pangolim malaio e do morcego. Os portais de divulgação científica hypescience e sciencealert trazem, de certa forma, um resumo do artigo e mostram o quão interessante é essa hipótese.
Isso com certeza traz novamente à tona as perguntas sobre a origem do vírus. Para ser uma quimera dos dois vírus, ambos teriam que infectar o mesmo hospedeiro ao mesmo tempo, garantindo a recombinação genética para produzir um vírus mutante capaz de infectar outra espécie.
Foi feita a datação do genoma do vírus e ficou estabelecido que seu "nascimento" foi em novembro de 2019. Vale lembrar que um hospital de Wuhan conduziu um estudo30183-5/fulltext#%20) e concluíram que o primeiro caso registrado de infecção do vírus foi de uma pessoa que não frequentava o mercado de Wuhan.
Isso tudo me leva a perguntar: será que os dois vírus "pularam" a barreira das espécies e infectaram um humano ao mesmo tempo, produzindo um mutante? Será que um dos dois animais (morcego ou pangolim) foi infectado pelo vírus do outro animal, dando início à mutação? Será que um outro animal foi infectado pelos dois vírus e serviu como hospedeiro natural do vírus mutante? Ou será que, realmente, esse vírus foi concebido em laboratório e, por algum erro de segurança, alcançou a população? Talvez nunca saibamos responder isso...
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Changelog - RPG (15/01/2018)

15/01/2018

Profissão Advogado: Algumas mudanças foram feitas nos últimos dias tentando fazer com que a profissão se torne sustentável.
1- Agressão Física - cliente ganha R$ 300 por cada jurado que condenar o réu.
2- Roubo de Veiculo - cliente ganha R$ 400 por cada jurado que condenar o réu.
3- Dano ao Patrimônio - cliente ganha R$ 500 por cada jurado que condenar o réu.
4- Tentativa de Homicídio - cliente ganha R$ 600 por cada jurado que condenar o réu.
5- Revisão de Pena | -3 minutos na pena atual para cada jurado que der absolver.
Propriedades Particulares:
Policial / Bandido:
  • Agora ao morrer os jogadores dessas profissões perdem apenas 25% das diárias.
Sistema de Dividas / juros / dividendos:
  • IR:
Antes - Faixa 1 (3%) / Faixa 2 (6%) / Faixa 3 (9%)
Agora - Faixa 1 (1%) / Faixa 2 (4%) / Faixa 3 (7%)
  • IPVA:
Antes - 2%
Agora - 1%
  • IRPJ (imposto sobre rendimento da propriedade)
Antes: Faixa 1 (15%) / Faixa 2 (20%) / Faixa 3 (25%) / Faixa 4 (30%)
Agora: Faixa 1 (1%) / Faixa 2 (6%) / Faixa 3 (11%) / Faixa 4 (16%)
  • Juros sobre dividas:
Antes: R$ 10
Agora: 10% do total das dividas.
  • Rendimento da Poupança:
Antes: 1%
Agora: 5%
Outras Mudanças:
  • Desejo "ser o melhor stunter" passa a vir somente na quinta, sexta e sábado.
  • /trabalhadores agora mostra se tem advogado, corretor e vendedor da autos online.
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Plano de Negócios EXL Capital 11.12.2017 (Revisão será em 01.06.2018)

A EXL capital surgiu no intuito de aproveitar um dado momento do mercado financeiro brasileiro. Especificamente uma análise minha (Erik Rodrigues) sobre uma possível (na época, 2016) valorização das ações da Petrobras. Nada mais foi que reunir amigos da empresa, explicar minhas ideias e juntos acompanharmos o desenvolvimento do mercado em opções. Alguns gostaram do modelo e levaram mais a sério e nos próximos meses continuamos desenvolvendo o projeto. De outro lado, tenho um projeto particular a 2 anos, uma rede de notícias e informações sobre política, economia e filosofia. Unimos as ideias e os projetos em um só e começamos a criar material intelectual próprio de analise econômicas e politicas afim de ajudar o grupo em seus investimentos no longo de 2016 e 2017 e assim, desenvolver riquezas. Moldamos estruturas de demonstrações dos resultados obtidos, gestão de risco com diversificação da alocação de capital e todo o conteúdo informativo desta ordem com divisão de tarefas. Ou seja, lapidamos o projeto com o intuito deste se tornar no futuro, um Clube de investimento / Consultoria financeira. Contudo, a grande dificuldade neste sentido é lidar com a grande burocracia envolvida e possuir os valores mínimos para operarmos em uma conta conjunta naquilo que gostariamos. O EXL Ether Project nasce de uma visão conjunta de Warren Buffet (pensamento de investimentos longos) e o pensamento de Nicholas Taleb. Ou seja, acreditamos que o mercado cripto possui grande valor e por este motivo, nosso objetivo é acumular o máximo de capital possível em projetos que envolvam a tecnologia de todas as maneiras viáveis, difundir conhecimento sobre a área e criar uma rede de informações e consultoria.
Mas afinal, qual é o atrativo neste Plano de negócios? http://www.mises.org.bArticle.aspx?id=311 N. do T.: Talvez o aspecto mais crucial de qualquer sistema econômico seja o seu sistema bancário. Entretanto, essa é uma área sobre a qual pouquíssimas pessoas entendem. Muitos, aliás, sequer conhecem seu funcionamento mais básico. Poderia tecer aqui, muitas considerações sobre o atual sistema monetário (ocidental, sobretudo), contar a longa caminhada que levou a moeda clássica de troca, em forma de commodities como ouro e prata, ao necessitar da credibilidade do intermediário: Estado, Reis, Bancos. A perder seu valor, sua estrutura, até se transformar no atual papel moeda que não possui valor intrínseco nenhum fora ser lastreado em divida. Para isto, e até para ficar mais ilustrativo, peço que o investidor assista este vídeo, os detalhes técnicos, eu mesmo conferi e aquilo representado no vídeo, é a pura realidade. https://www.youtube.com/watch?v=bltL7zRXhhs Após aprofundar meus estudos na tecnologia Blockchain, encontrei no Bitcoin e demais Altcoins, a solução tecnologia fundamental a todas as problemáticas presentes em nosso atual sistema econômico, creio com convicção que estamos diante de um momento único e que os próximos 10 anos irão mudar profundamente nossa noção do que é o dinheiro, inteligência artificial, internet das coisas e automação. https://www.youtube.com/watch?v=UL1RYIQ8WkM&t=1s Mas o que leva a EXL a pensar que o Bitcoin não é uma bolha e que seu valor, porquanto do mercado de criptomoedas está inflado? Da forma mais simples possível, por que o criptodinheiro trás de volta a estrutura de moeda básica como commoditie, a escassez e o valor agregado. A mineração, o processo em si, é o que torna o criptodinheiro algo com valor agregado, a criptografia, anonimato, scripts como o do Bitcoin que limita a oferta e a criação de mais criptodinheiro, lastreia seu valor. À medida que o mercado aumenta no sentido de abrangência de utilização (demanda e capitalização) e ele é minúsculo ainda em 2017, os preços correlacionam este valor com o valor do ativo já que existe valor agregado. Ou seja, quanto mais gente usando, maior o valor das criptomoedas, existe um processo de deflação na tecnologia blockchain que nunca antes foi visto, por isto a dificuldade dos banqueiros em aceitar que criptomoedas não estejam ligadas a dividas, corroídas por juros e emissão de mais papéis para fazer valer o papel atual que neste processo, por natureza, se desvaloriza ainda mais. Traduzindo, a EXL irá ao longo de pelo menos 5 anos, estruturar seus negócios em todas as pontas possíveis, gerando 24/7, criptomoedas, além de comprar a moeda em si nos melhores pontos gráficos possíveis, em 5 anos, com o próprio processo deflacionário, mais a possibilidade de um cisne negro (E arrisco ser uma guerra ou uma grande depressão econômica em virtude da divida americana ou chinesa) teremos uma poupança acumulada muito robusta.
Ações corretivas e preventivas 1) Diversificação de armazenamento das receitas. Através da diversificação das carteiras de acordo com o tipo de criptomoeda mais o acompanhamento continuo do CEO em relação a segurança das carteiras, valor de taxas e demais problemáticas que possam causar prejuízos ou transtornos a EXL, além do acompanhamento e auditoria continua do CFO, estaremos sempre preparados para eventualidades e mesmo em um caso de catástrofe como roubo, violação de segurança, perda de dados ou afins, teremos sempre o patrimônio bem dividido seja no sentido de backup, seja no sentido de segurança como um todo. Também estamos analisando a aquisição de hardware para armazenamento em uma carteira física. 2) Diversificação e transferência constante dos resultados de mineradoras e pools para carteiras. Através do acompanhamento constante do operacional sobre os resultados, além da diversificação dos valores investidos, gerenciamos o risco no sentido de não ficar dependentes de apenas uma empresa, uma moeda ou um projeto, com investimentos centralizados. Além de periodicamente resgatar os resultados do garimpo, o que nos assegura sobre a ocorrência de alguma catástrofe que envolva empresas parceiras. 3) Como atuaremos em diversas pontas (Mineração Site, Mineração em cloud, Mineração Física, Faucets, Aquisição de moedas e todas as demais maneiras possíveis para acumulo de capital), mitigamos a ocorrência da desvalorização dos equipamentos físicos em relação ao seu poder de mineração ou mesmo uma ocorrência de desastre em relação a mineradoras em cloud. Ou seja, através da diversificação das formas de faturamento, teremos certa redundância, o que fornece um nível maior de segurança em relação a formas de obtenção de rendimentos. 4) Através da aquisição das criptomoedas em pontos estratégicos, como forma de diversificação a mineração ou outras formas de arrecadar capital, também estaremos no longo prazo, nos expondo de forma mais eficiente, não dependendo apenas dos resultados a longo prazo de garimpo, em casos de valorização a curto prazo, a EXL também estará estrategicamente exposta a obtenção de lucros 5) Efetuamos cadastros e testes em diversas Exchanges. Selecionamos as mais confiáveis, que oferecem os melhores recursos e que são mais tradicionais. A partir daí, temos em primeiro lugar uma redundância, não estando dependentes de uma instituição financeira específica e podemos também diversificar o câmbio no sentido de aproveitar as melhores oportunidades de variação do mercado e obter melhores custos em taxas. 6) A auditoria será feita de forma independente. No sentido de que aqueles diretamente ligados à área operacional no negócio, estão constantemente sendo acompanhados por um terceiro que foi selecionado com base em sua expertise técnica, responsabilidade e nível de confiança em relação ao grupo, ou seja, o auditor é alguém de extrema confiança de todos os membros da equipe gestora do projeto. Aqueles que estejam a frente do operacional, do financeiro ou mesmo da gestão do negócio, são policiados afim de evitar ocorrências de imprudência ou imperícia. 7) Em relação ao backup de códigos, chaves, senhas ou mesmo de dados e informações confidenciais, iremos armazenar um backup constante destas informações em um local em nuvem, onde o CEO, CFO e Auditor terão acesso compartilhado as informações, em um caso de roubo de equipamento, problema técnico, ou ocorrência onde um dos dois não estiver disponível para efetuar uma determinada função que exija estas informações, teremos redundância. 8) O mesmo ocorre com a divisão das tarefas. Desenvolvemos o projeto com um escopo de operação que não centraliza funções. Com isto, além da segurança em relação a não centralização dos dados, podemos dimensionar melhor o tempo utilizado para exercer as tarefas que envolvem o projeto e utilizar a expertise de cada um da melhor maneira possível. 9) O gerenciamento financeiro e administrativo foi desenvolvido de maneira a nos fornecer uma visão em tempo real de todas as camadas do negócio, com isto, além de evitarmos erros, criarmos rotinas de acompanhamento e policiamento dos negócios - de uma forma extremamente criteriosa - as tarefas são descentralizadas, portanto, cada um possui funções e responsabilidades independentes. Todos os possuidores de tokens também podem acessar os dados, relatórios e também temos o auditor dedicado a efetuar o acompanhamento constante daquilo que é operacionalizado. 10) Com o intuito de constantemente melhorarmos as diretrizes do projeto, fica acertado que de cada 6 meses, haverá uma revisão de todo o modelo de negócios.
Forças* Pontos fortes As Forças são elementos internos à empresa, sob o controle da equipe envolvida e que trazem algum tipo de benefício ou vantagem para o negócio. Um ponto importante em relação as nossas ”Forças” é a disponibilidade de capital. Hoje já temos em posse da EXL um capital considerável em um projeto estável e bem fundamentado, à medida que o Ether Project for se consolidando, teremos a oportunidade de iniciar um empreendimento sem digamos: utilizar o “dinheiro do leite”. A maior parte dos investidores da EXL Capital e por consequência, deste projeto, são pessoas que nutrem um laço de verdadeira e extensa amizade. A maioria se conhece a mais de dez anos, anos estes em que pudemos analisar o caráter de cada um. O perfil de cada um. O que cada um tem de melhor e pior, a junção destas habilidades e competências, acrescida a credibilidade dos membros do grupo, nos deixa em posição de destaque em relação a outros projetos empreendedores. Isto por que temos a oportunidade de negócio, uma boa equipe gestora, investidores de confiança, um capital considerável já em posse e a expertise necessária para desenvolvermos as atividades. Concluindo, um ponto muito importante a ser destacado é a facilidade de operacionalizar o projeto. Definida a estrutura inicial e tendo o escopo detalhado das rotinas, a manutenção do negócio é extremamente simples. Com isto, a equipe gestora não terá que disponibilizar mais do que algumas horas diárias para desenvolver as atividades do projeto. Fora o fato de que com a divisão das tarefas, existe uma facilidade agregada à rotina de cada um, além da transparência aos investidores e redundância na guarda de informações de acesso como senhas e backups.
Oportunidades* Pontos fortes Oportunidades são eventos externos à empresa, aos quais os membros não tem controle direto, e que podem afetar positivamente no negócio. Acredito que o primeiro grande ponto de oportunidade de nosso negócio é o fato do sistema monetário atual ser uma grande fraude. (Exemplo: https://www.youtube.com/watch?v=1QKxG_L_mag) O atual sistema de reserva fracionária (Como é feito o dinheiro atualmente) é literalmente uma máquina de imprimir dinheiro sem valor, lastreado em dívida (Sobre o dólar e o padrão ouro: https://www.youtube.com/watch?v=f-61SlUCamo), sem valor intrínseco. Um bom exemplo são os trilhões de reais injetados na economia brasileira desde 2003. (Intermediário de troca, medida de valor, reserva de valor, instrumento de poder liberatório, padrão de pagamentos e instrumento de poder) em relação às "moedas Reais ", além de ser um grande esquema de pirâmide financeira para ser extremamente claro (Sobre o Real: https://www.youtube.com/watch?v=kdTd9wReDM0 / Sobre juros e dinheiro: https://www.youtube. com / watch? v = yZsNukdj_iY). Hoje há um sistema monetário muito mais efetivo e real, com valor intrínseco, descritivo, com alto nível de segurança e que é basicamente, o nosso ramo de negócios. Podemos apontar também, como um ponto fundamental de oportunidade em nosso negócio, a blockchain como um todo. A blockchain é uma tecnologia de banco de dados que é base de praticamente todas as criptomoedas. É com toda certeza a principal característica e diferencial do mercado Cripto. Inclusive, é justamente a validação de um registro na blockchain o que chamamos de mineração, o nosso nicho de mercado. Está tecnologia é revolucionária por que tira a necessidade de um poder centralizador em validar quaisquer tipos de informação. Existe uma gama enorme de possibilidades neste sentido, desde um cartório descentralizado, sem a necessidade de um governo para averiguar a veracidade de uma determinada informação ou documento, até mesmo o desenvolvimento de tecnologia de inteligência artificial, por exemplo, em um Smartcontract em rede Ethereum. Em 2017 o mercado Cripto, se aproveitando da blockchain, já iniciou uma gama enorme de negócios que no futuro, substituirão muitas das aplicações que usamos hoje. Muitos dos negócios e corporações que existem atualmente simplesmente serão esmagados pela blockchain, pelo simples fato de que ela é incorruptível, inviolável e lapidável a todo o tipo de ramo de negócios. E é justamente o fato da EXL Capital t iniciar suas operações ainda em 2017 (Setembro de 2017) que nos coloca na frente em relação ao atual desenvolvimento do mercado Cripto. Hoje, temos a oportunidade de iniciar nossas operações ainda, digamos, no início da revolução cripto. Ainda existem ativos extremamente “baratos” em relação ao seu valor “possível” diante de análises internas (CEO) e análises externas (Grandes investidores, Fundos Hedge, Analistas técnicos e demais pessoas e instituições de renome e credibilidade técnica como a escola austríaca de economia), além disto, poderemos navegar por um vasto campo de possibilidades em relação a investimentos em projetos do mundo Cripto que estão ainda no papel ou mesmo no início de suas atividades. Ainda como ponto crítico em relação à oportunidade de negócios, estamos de fato em um momento único na história do mundo. O ponto do ápice dos projetos sociais como: estado de bem estar social e capitalismo de estado. Não só no mundo, mas também no Brasil, sim, mesmo nos EUA é o que vem acontecendo. Isto fruto de muitos anos de má gestão, corrupção (de todos os lados) e ignorância popular. De um lado tivemos diversos governos que administraram muito mal as contas públicas, roubaram bilhões de reais dos cofres, inflaram os impostos, instalou-se um sistema de capitalismo de estado, uma espécie de socialismo disfarçado. Promovendo com isto, um rombo fiscal nunca antes visto. O capitalismo corporativo que se aproveita deste cenário enriquecendo grupos específicos, alimentou este processo ainda mais através de bancos e lobistas por exemplo. Do outro lado, a população ignorante a situação econômica do país, prefere demagogia a reformas, assistencialismo a mercado livre, xingamentos e linchamentos a raciocínio lógico e ideias. O estado para se manter, vive do populismo que alimenta a corrupção do estado. Resultado? Uma bolha na dívida pública que está prestes a estourar. Entre 2019 a 2025 o Brasil vai falir. (Mais dados e gráficos sobre o assunto: https://www.youtube.com/watch?v=Gtsj8ZpzkJ0) E não, o sistema político não vai resolver isto, simplesmente por que ele acha que isto é bom para ele. Em meio a estes anos, em algum momento, o Brasil não conseguirá mais honrar suas contas públicas já que elas irão superar as receitas completamente, absurdamente. Ou seja, vai faltar dinheiro para pagar serviços básicos como saúde, educação e saneamento. Assim como programas sociais, bolsas estudantis e funcionalismo público. Mesmo havendo cortes severos e abertura de mercado extrema, o que não vai acontecer, a situação é irreversível. Ou seja, matematicamente é impossível evitar o colapso das contas públicas Brasileiras. E pior, havendo um calote, é importante saber que grande parte dos credores de dívidas, são empresas nacionais e fundos de pensão, além de automaticamente isto gerar uma enorme desaceleração econômica (Inflação, Desemprego, paralisia de obras e investimentos), o que cria um efeito dominó, ou seja, quem sofre com isto é a própria população e não “o grande capital estrangeiro”, não que ele não vá sofrer, mas não há como ser indiferente a isto por que simplesmente afeta a vida de todos. Mas calma que está é uma análise otimista. São números contando que o mundo continuará neste mesmo ritmo econômico, China crescendo, EUA em quase pleno emprego e assim por diante. E claro, não é isto que vai acontecer. Hoje a dívida chinesa alcança inacreditáveis 235 % do PIB (A enorme dívida da China está num caminho "perigoso", ampliando o risco de uma grande desaceleração do crescimento econômico, alertou o Fundo Monetário Internacional) o que gera problemas estruturais como a bolha de crédito atual, as cidades fantasmas e a questão dos juros sobre a dívida, que vem aumentando, por exemplo. Isto sem citar os problemas geopolíticos. Um conflito de escala mundial envolvendo a China (e vamos falar disto) ou uma desaceleração de sua economia acentuada, pode comprometer seriamente os negócios brasileiros dado o fato que o Brasil já é, e se torna cada dia mais, dependente comercialmente da China (Economia chinesa: https://www.youtube.com/watch?v=Mkopr3gDweg). Agora sobre os EUA, temos algo ainda mais interessante acontecendo. Voltemos ao ano de 2008 quando aconteceu a maior crise econômica de nossa história, você saberia me explicar o que aconteceu? Não? Eu explico. O que aconteceu foi que os EUA durante o período dos anos 2000 reduziu sua taxa de juros para números baixíssimos com o intuito de estimular a economia, crédito elevado, por exemplo, para realizar o American Dream (https://www.youtube.com/watch?v=ZyLzFSmbDVk). E foi justamente no mercado imobiliário que o keynesianismo (teoria econômica do começo do século XX, baseada nas ideias do economista inglês John Maynard Keines, que defendia a ação do estado na economia com o objetivo de atingir o pleno emprego) foi testado ao máximo. Só para vocês terem uma ideia, era possível sem muita comprovação de renda ou documentação, conseguir crédito para comprar diversas casas muito bem em muitas parcelas. O Resultado? As pessoas compravam casas e depois alugavam estas casas para outras pessoas, que alugavam para outras. Tinha até cachorro como locador de várias casas. Tudo parcelado em suaves prestações em juros compostos, expostas as variantes do mercado. Os corretores? Felizes e esbanjando as fartas comissões, facilitando o crédito o máximo possível. E os bancos? Vendendo em um sistema de alavancagem global, seguros atrelados à dívida pública (como se diz em Wall Street: Muito bom). Afinal, quem vai deixar de pagar a hipoteca? Um belo dia os juros chegaram, as pessoas ficaram sem emprego, o que expôs todo o sistema fraudulento e a bolha imobiliária estourou, levando milhões a miséria. O que ocasionou o maior resgate estatal da história (Lembre-se, quem paga a conta são os contribuintes). Como falei, toda está brincadeira estava alavancada em nível mundial e com isto, a bolha levou a maior parte dos mercados do mundo, também ao colapso. Mas afinal, por que contei está história? Contei por que todos os dados referentes à economia americana atualmente, mostram um novo ciclo de retração da economia (Escola Austríaca de Economia sobre os ciclos e crises econômicas: https://www.youtube.com/watch?v=qAjXH96IBmk). A elevação da taxa de juros vista neste ano de 2017 é literalmente só a ponta do iceberg. Hoje a dívida americana superou os $ 20 trilhões de dólares (que equivalem a mais de 105% do PIB americano). Hoje eles possuem um déficit de $ 600 bilhões por ano. Isto sem citar Obamacare e os fundos estudantis falidos. Lembra lá de 2008? Então, o governo fez um mega resgate bancário com o dinheiro dos contribuintes (Imprimiu mais dinheiro através do processo de reservada fracionaria), injetando ainda mais dinheiro na economia, aumentou a dívida e estagnou os salários, ou seja, hoje a dívida além de ser muito maior que em 2008 ($ 13 trilhões de dólares), segurar um aumento dos juros com o intuito de controlar a inflação se tornou impossível. Se os salários não estão crescendo, como pagar a conta destes juros? Aliás, como bancar todo este déficit acumulado? A base para o caos é a mesma de 2008, só que muito pior e mais diversificada. Por fim, temos um catalisador importante de tudo isto. Um conflito em nível global. Sim, ele pode e provavelmente vai acontecer. Está sendo moldado há meses já e bem, isto basicamente pode catalisar e tornar exposto, todos estes pontos que apontei e de uma forma extremamente danosa a economia mundial. O colapso do sistema financeiro está para acontecer, mas fiquem calmos pessoal, temos Bitcoin e Ethereum.
Fraquezas * Pontos fracos As Fraquezas são também elementos internos à empresa, sob o controle, mas que trazem algum tipo de malefício ou desvantagem para o negócio. Analisando no sentido interno, o principal ponto que pode influenciar para que todo o modelo de negócio e toda a visão e planejamento em torno dele não funcione, não dê certo. Seria eu estar errado. Se todas as minhas analises em relação ao que é a tecnologia blockchain estiverem erradas, caso o Bitcoin seja realmente como diz o mainstream: Uma bolha. Ou mesmo se a mineração se provar um negócio ineficiente por quaisquer motivos. Provavelmente tudo que planejamos não dará certo, ficando evidente provavelmente já nos primeiros meses as falhas e prejuízos. Outro ponto importante de se destacar é a possibilidade de o modelo de negócios, nos moldes em que será apresentado, não cativar os investidores no sentido destes, não acharem viável e lucrativo investir no negócio. Caso isto se torne realidade, teremos grandes problemas em estruturar o projeto e torna-lo rentável. O que pode inclusive, inviabilizar sua execução ou trazer problemas de liquidez no futuro. Principalmente durante o período de 2017- 2019, onde estaremos iniciando nossas operações e estruturando o negócio, seja em relação à compra de equipamentos, poder de mineração e divisão de lucros; a estabilidade financeira será fundamental. Neste ponto, caso tenhamos no período, ocorrências de emergências com investidores da EXL Capital, poderemos ter primeiramente um problema de logística, com o alto fluxo de recursos saindo do caixa. Na sequência, de liquidez, no sentido de que teremos que arcar com taxas mais elevadas em um caso de saque emergencial (Em momentos de estresse no mercado) o que pode inclusive inviabilizar a consolidação do Ether Project já que todo estudo é baseado em uma determinada quantidade de investimento inicial escalonado. Isto por que os recursos hoje em posse da EXL Capital serão a base financeira para consolidação do Ether Project. À medida que ocorram saques de grandes proporções, não teremos mais estes recursos em nosso domínio em um momento critico. Conforme o escopo operacional, teremos uma divisão de funções e responsabilidades muito específica. Com isto, em partes estaremos também, ampliando a margem de erros, mais expostos aos riscos por assim dizer. Já que individualmente, cada um de nós pode cometer erros em suas funções, ou mesmo, agir de má fé em relação ao negócio. Ocorrências em que lançamentos forem efetuados indevidamente no Zero Paper (Nosso sistema de Gestão ERP) ou mesmo uma determinada ação que seja feita com imperícia, negligência ou má fé; pode causar danos financeiros e/ou estruturais ao negócio e estes são ampliados à medida que existem mais pessoas envolvidas no processo. Entende-se por imperícia a falta de habilidade ou experiência reputada necessária para a realização de certas atividades. Negligencia: falta de cuidado, de atenção; desleixo, e desinteresse na execução do ato. Assim como má fé: ação maldosa, conscientemente praticada, com o intuito de se beneficiar em prejuízo de outrem. Por fim, ainda avaliando o projeto em etapa de estruturação, uma ocorrência onde algum dos membros da equipe gestora (CEO, CFO e Equipe operacional), sobretudo; em que haja um acidente, um mal estar elevado ou mesmo o óbito, pode afetar o projeto de forma catastrófica. Seja por uma necessidade de resgate emergencial por parte dos investidores, que conforme apontado acima, neste ponto de estruturação se faz fundamental a estabilidade financeira; seja pela ausência em suas funções (membros da equipe gestora), por longos períodos em decorrência de problemas de saúde, o que pode comprometer o operacional do projeto.
Ameaças* Pontos fracos Ameaças são situações externas à empresa, aos quais não há controle direto, e que podem afetar negativamente no negócio. Agora analisando o cenário externo, na mesma linha de raciocínio aplicada na análise de nossas fraquezas, temos como principal ameaça o caso de todos os economistas, especialistas em investimentos, em tecnologia e acadêmicos que hoje são entusiastas do mundo cripto, estarem errados. Se por quaisquer motivos suas análises estiverem incorretas ou forem de má fé, muito provavelmente toda a base que fundamenta a superioridade destas tecnologias em relação às atuais estará comprometida, se provará sem sentido e, portanto, não obteremos sucesso em nossos negócios. (Análise pessimista: https://www.youtube.com/watch?v=jGFSPAoHkBc). Neste sentido, segundo análises de investidores mais pessimistas, o blockchain veio para ficar. Como tecnologia é algo impossível de deter no sentido de expansão da aplicabilidade da tecnologia e realmente é algo muito bom, contudo, já seu uso em criptomoedas, estes já não são tão confiantes. A base argumentativa é de que o Bitcoin, por exemplo, (Serve para as demais Altcoins) não possui valor agregado suficiente para determinar o seu preço atual, além de segundo estes, “acreditar que as criptomoedas vão substituir o sistema financeiro atual não passa de um sonho”. A vertiginosa subida dos valores não seria, portanto, embasada em fundamentos o que por sua vez, irá levar ao colapso de seus preços, assustando investidores e dando fim ao império do Bitcoin. Outro ponto externo que pode influenciar sensivelmente o projeto é a ocorrência de algum desastre envolvendo as mineradoras onde efetuamos algum tipo de investimento. Este desastre poderia ocorrer devido ao fechamento da mineradora, queda vertiginosa do nível de produção da cloudminer, a mineradora se provar um esquema de pirâmide e seu site sair do ar, ou mesmo um conflito em larga escala que pode influenciar nas farms da mineradora em questão, como pode ocorrer, por exemplo, com a EOBOT que possui grande parte de suas fazendas de mineração na China. Um cisne negro é um evento imprevisível, impactante e que pode abalar as bases de quase tudo sobre o mundo. A lógica neste sentido, vale tanto positivamente quanto negativamente em relação ao nosso projeto. Caso aconteça algum evento nos próximos anos de grande magnitude, poderemos ter uma grande desvalorização de nossos ativos, aumento da dificuldade de mineração (Por exemplo, em caso de um conflito de larga escala onde muitos países “fechariam” suas internets impactando na dificuldade de mineração) ou mesmo algum tipo de regulamentação que seja negativa aos negócios. Neste sentido, poderíamos ver tanto uma grande variação positiva, quanto negativa. Outra ocorrência que temos que já de pronto nos preparar é no sentido de segurança. Hackers poderiam “em tese”, roubar ativos da EXL Capital através de infecção dos equipamentos que possuem dados de acesso às contas, assim como Whallets com plataforma em nuvem podem ter problemas de segurança e haver um roubo ou vazamento de informações. O mesmo também pode se tornar realidade fisicamente, ou seja, é possível que um ladrão roube ativos de Whallets físicas, sequestre ou coaja um dos investidores a fim de angariar informações que possam levá-lo a obter formas de roubar ativos ou coisas do tipo. Também é necessária atenção especial em relação a Antivírus, backup de informações, descentralização de acessos a fim de ter redundância e segurança ampliada já que, além daquilo apontado acima, equipamentos podem apresentar problemas técnicos de outras ordens que poderiam causar perda de informações ou de ativos. Todavia, ainda temos que avaliar constantemente a viabilidade do negócio no sentido de custo benefício. Ou seja, simplesmente se o negócio é lucrativo. Já que gradativamente os equipamentos depreciam sua capacidade de produção em relação à dificuldade de mineração, sendo assim, com o passar do tempo à mineração tem dificuldade ampliada, causando desgaste no nível de lucratividade em relação ao investimento inicial. Adaptar o modelo em POW ou POS é fundamental. Caso por quaisquer motivos o nível de dificuldade aumente sensivelmente, teremos problemas de produção e por consequência, de lucratividade, o que pode inviabilizar a continuidade das minerações. Isto pode acontecer inclusive, em decorrência das grandes mineradoras que monopolizam o negócio e conseguem por uma questão de demanda e por comprarem hardwares no atacado, uma produção muito maior (Em relação a custo vs beneficio) que pequenos investidores em relação aos valores investidos. Ações a serem feitas para potencializar o negócio O principal fator para o sucesso de um negócio é o fator humano. Nesta linha de raciocínio, temos uma boa equipe no sentido de expertise (conforme apontado acima) e que está, nutri um laço de confiança fundamental para estruturação do negócio em relação à oportunidade de mercado apresentada. Aproveitar a boa equipe, ampliar o laço de confiança, amplificar os conhecimentos no negócio de forma específica, buscar estabilidade financeira em todos os sentidos possíveis e, sobretudo, desenvolver formas de ampliar a visão do investidor sobre o negócio, cativá-lo e muní-lo de informação; é nossa missão fundamental. Isto serve de base para todas as demais ações que viermos a efetuar. Operacionalmente iremos adaptar, corrigir e melhorar no passar dos meses, o nosso escopo operacional, deixando este o mais simples possível no sentido de execução. O mais rentável possível no sentido de escolher os melhores ativos a minerar ou comprar, através de análises e acompanhamentos, diversificar investimentos, adaptar e ampliar formas de captação de criptomoedas (Site, Faucets, Bônus e afins), efetuar a compra nos pontos estratégicos e acompanhar constantemente os níveis de produção, afim de sempre reduzir custos e aumentar produtividade. Aproveitando sempre também, a volatilidade do mercado. Em relação à questão financeira, o foco principal da EXL Capital nos próximos 24 meses é estruturar o negócio. Por este motivo, a estabilidade financeira será perseguida como meta fundamental. Evitar saques, escolher os melhores fornecedores com as melhores taxas possíveis, efetuar uma gestão administrativa responsável e proativa, capitalizar e investir em equipamentos para nos dar margem de produção, capital de giro e estruturação do capital próprio da empresa. Para tanto, o CEO e o CFO irão constantemente buscar ferramentas e procedimentos (juntamente com a área operacional e de auditoria), que estrategicamente nos auxilie em relação a está meta. Conforme já apontado, o nosso principal desafio na verdade, é em relação a nossas próprias convicções. O maior desafio e ponto de oportunidade da EXL Capital é na verdade a consolidação daquilo que acreditamos e analisamos, na realidade, nos próximos anos. Caso isto se configure como algo real, o negócio será bem sucedido se bem administrado. Provado que tais fundamentos não possuem base e que os pessimistas estão certos, teremos muitos problemas. Só o tempo nos dirá. Contudo, podemos nos preparar. E devemos, portanto, acompanhar constantemente a evolução do mercado, validar as informações sobre a tecnologia, acompanhar a capitalização, segurança de nossos ativos e informações de forma geral; potencial daquilo que é desenvolvido em Cripto, diversificar, criar rotinas de acompanhamento de risco, de gestão eficiente, de alocação de recursos e tomar as melhores decisões possíveis dentro daquilo que a realidade nos ofertar. Mesmo que a melhor decisão seja por ventura, encerrar as operações. Se aprendi algo em relação a investimentos é que a confiança das pessoas determina o preço das coisas e que não existe e nem nunca vai existir, nenhum bom investimento em que você tenha a certeza de que ele é bom antes dele se valorizar. No momento em que há esta certeza, já não há mais a oportunidade, já aconteceu. O que deixa um investidor na frente em relação ao mercado é como ele equilibra a sua ação ao efetuar um investimento, o seu instinto, o seu estômago de se expor ao risco, mas o quão conservador ele é também, em relação ao gerenciamento deste risco. Ou seja, é fundamentalmente necessário ser corajoso, mas ao mesmo tempo, ser responsável e racional. Sem estes elementos, não há como ter sucesso em um investimento. Muita gente quando falo hoje em criptomoedas, já vê em mim um faraó (Alguém que vai influenciar a pessoa a fazer parte de algum esquema de pirâmide financeira) ou então, enxergam em criptomoedas, uma nova bolha. Claro que a desinformação e pessimismo ajudam nesta visão, principalmente em um mundo onde as pessoas majoritariamente se aproveitam umas das outras. O tempo irá mudar e é fundamental escrever tudo isto, passar para o papel uma ideia, antes que a realidade exponha quem afinal tem razão. Por este motivo, muitas pessoas não enxergam alguns pontos fundamentais de oportunidade em relação a ter criptomoedas e gostaria de expor três pontos importantes, inclusive para desmistificar um pouco a visão sobre o mercado financeiro: 1) A moeda é realmente sua, propriedade sua. 2) A rede financeira das criptomoedas não é controlada por um governo ou empresa privada. 3) É possível armazenamento da moeda de forma independente e muito mais segura que no sistema financeiro fiduciário.É muito importante que as pessoas entendam. Legalmente, o seu dinheiro quando está no banco não é seu, é do banco. Isto pode parecer bobo, mas não é. O que me impede de ir ao banco e pegar o meu dinheiro? Basicamente, o banco pode em certas circunstâncias simplesmente não te dar este dinheiro por que a partir do momento em que você deposita um dinheiro no banco, o banco deve este dinheiro a você, mas a propriedade do dinheiro já não é mais sua. Nada garante que ele lhe devolva isto. É diferente do caso de você deixar seu carro em um estacionamento, ali você está só usando o espaço, mas o carro continua sob sua propriedade. Com relação a dinheiro, é como se você ao depositar uma quantia, troca-se a propriedade do seu carro para o estacionamento e o estacionamento dissesse que só vai te devolver o seu carro se eles quiserem; se o estacionamento (banco) decidir que por determinadas circunstâncias não irá devolver o seu dinheiro, você não pode fazer absolutamente nada. E isto ocorre de tempos em tempos, principalmente diante de situações de crises econômicas, hiperinflação ou falência de bancos. Legalmente o dinheiro é propriedade do banco, devida a você. E por que depositar o seu dinheiro em um banco então? Primeiro que existem leis que tentam a todo custo, levar o seu dinheiro pro banco, em certos lugares na Europa, por exemplo, é proibido comprar coisas em dinheiro vivo depois de uma certa quantia. Em segundo lugar temos a inflação que corrompe o valor do dinheiro constantemente, se você deixar o seu dinheiro fora do banco por um bom tempo, ele será corroído automaticamente pela inflação. O Bitcoin para exemplificar o argumento, basicamente é um arquivo de dados extremamente seguro e inviolável, ou seja, não dá para falsificar um Bitcoin. E basicamente, o Bitcoin é seu, você pode armazená-lo e transportá-lo onde quiser sem ter que entregar a custódia. Isto se torna fundamental, por exemplo, na Venezuela ou Zimbábue onde há hiperinflação, crise econômica e controle governamental sobre as finanças das pessoas, as criptomoedas se tornam um ativo fundamental, literalmente, em questão de sobrevivência. (A segurança do Bitcoin pela força computacional https://www.youtube.com/watch?v=_dYXmqlzqg4&feature=youtu.be ). Temos que depositar nosso dinheiro no banco pelas razões que apresentei e simplesmente por que existem poderes centralizadores que controlam o dinheiro e claro, a emissão do dinheiro fiduciário. À medida que existem interesses privados que determinam isto, nada os impede de se beneficiarem, quem perde? Quem tem dinheiro no banco basicamente (Por que o Bitcoin é revolucionário: https://www.youtube.com/watch?v=fKFrVbVIggs ). Desde fundos de pensão até aquele que recebeu ontem o seu salário. Isto por que a cada dia que passa, mais dinheiro é impresso pelos bancos para financiar os seus próprios interesses e pagar suas contas malucas, o que desvaloriza o dinheiro das pessoas comuns, uma espécie de imposto oculto chamado inflação. (Venezuelanos começam a pesar dinheiro em vez de contar notas. Fonte UOL). Quando você tem uma moeda que não é criada por um grupo específico e sim administrada em questão de tecnologia, por um grupo descentralizado que tem o interesse de proteger o valor dela, significa que mais dela não será criada (O Bitcoin, por exemplo, possui uma replicação matemática da escassez do ouro, ou seja, é matematicamente e sistematicamente impossível criar mais do que 21 milhões de BTC, este será o numero máximo de Bitcoins que irão existir em toda a história: https://www.youtube.com/ assistir? v = 2JO7kyjtQh0). Como a moeda digital fica em sua propriedade, independente de governos ou corporações, você pode proteger melhor suas moedas, elas não podem ser facilmente confiscadas seja por banco ou mesmo pelo governo. Claro, você poderia ser roubado e extorquido em tese, mas a facilidade de locomoção, de alocação e de proteger o seu patrimônio é muito maior do que o sistema atual. O que é necessário para aplicarmos nosso plano de negócios com excelência? Pés no chão. Disciplina, muito estudo e dedicação no intuito de validar e revalidar tudo o que foi apontado aqui. É necessário conhecermos cada dia mais está tecnologia, sermos especialistas em blockchain, acompanhar todos os desenrolares da economia, política e principalmente, das contas públicas. Claro que podemos estar totalmente errados, só que quem disser isto, terá que explicar como tudo que eu disse não vai acontecer. No futuro quem sabe, a EXL irá desenvolver seu próprio sistema na Bitnation, funcionando de forma descentralizada. Não só uma empresa que investe no futuro, uma empresa do futuro. Erik Rodrigues Rosa Ferreira
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Curso de Oratória para Jovens (quase de graça) - só em São Paulo

Lembro que tempos atrás questionaram sobre cursos de desenvolvimento, teatro e oratória aqui no sub aqui e aqui.
Na época procurei e esqueci nos favoritos um local em São Paulo que se fazia exatamente isso. Esse fim de semana, como fui para o centro para visitar meu genro, avisei e levei minha filha. O curso era para ela, que é muito típida na apresentação dos trabalhos de colégio. Achei esse grupo que reune-se para trabalhar justamente na oratória, desinibição, construção, revisão das apresentações, treino de voz e por aí afora.
Este local em específico é voltado para jovens e, pelo que entendi é único no Brasil, localizado no centro de São Paulo (bairro da Liberdade). Pelo que, minha filha explicou-me após a reunião (começa as 14 horas) e pelo que já li, ocorrem duas reuniões por mês, onde os jovens assumem cargos diferentes (ouvinte, corretor, orador, etc.). A partir daí existem metas a serem alcançadas e competições de debates entre eles.
Minha filha foi em uma dessas reuniões e gostou. O ambiente não é gigantesco, mas possui palco, microfone, etc. Pelo que entendi pelo site, as reuniões são proporcionadas graças a força da comunidade, Associação Comercial, Centro Brasil-Japão.
De graça ? Aparentemente sim.
Quem puder ajudar, uma ajuda de 150 golpes, é solicitada para a construção do coffee break.
Vi que também há o mesmo programa para adultos, mas não entendi. Parece que os cursos para adultos é fechado ao público (funciona apenas dentro de grandes empresas). Link abaixo.
TL;DR:
Curso de oratória para jovens, quase de graça
https://www.tscgavel.com - São Paulo, Liberdade
Rua galvao bueno, 83 - Liberdade
Esse domingo (28/5) tem reunião das 14:00 as 16:00.
Curso de Liderança e Oratória (adultos)
http://www.brasiltoastmasters.com.br
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